sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Futebol??



Quem presta atenção em futebol nos EUA?? Pelo q sei quase ninguém. E futebol society?? Ninguém, com certeza. Entretanto, chamou a atenção um jogo da Mayor Indoor Soccer League entre o norte-americano Baltimore Blast e o mexicano La RaZa de Monterrey, na Arena Monterrey. O goleiro brasileiro Sagú, de 36 anos, do time visitante, deu literalmente um carrinho voador no adversário Yotsi Martínez. Curiosamente, Sagú foi considerado o melhor jogador das finais da última temporada. Como ele conseguiu essa proeza eu não sei... Tinha q ser brasileiro, pqp!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Só tem golaço.

Nessa última semana aconteceram uns golaços ao redor do mundo.... eis alguns:


Xavier Baez (Pachuca 0 vs. 1 Chivas, Feb.17, 2010)




Igor De Camargo (Standard Liege vs. RB Salzburg, Feb.18, 2010)




Alvaro Pereira (Porto 5 vs. 1 Braga, Feb. 21, 2010)




Wederson (Lille 2 vs. 1 Fenerbache, Feb.18, 2010)




Felipe Azevedo (Portuguesa 2 vs. 1 Paulista, Feb. 20, 2010)




Cristiano Ronaldo (Real Madrid 6 vs. 2 Villarreal , Feb. 21, 2010)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Golaço!!



Nada como um golaço pra voltar a rotina depois do carnaval.... esse aconteceu no duelo entre Vitória Setubal vs. União Leiria, pelo Campeonato Português. Kazmierczak, do Vitória Setubal é o nome da fera.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A ressurreição.





Uma cidade destruída que se reergueu e alcançou a glória quase cinco anos depois, no mais importante evento esportivo dos Estados Unidos. Este é o cenário atual de Nova Orleans, que foi devastada pelo furacão Katrina em 2005, mas que explodiu em festa na noite deste domingo com o título do New Orleans Saints no Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, com uma surpreendente vitória por 31 a 17 sobre o favorito Indianapolis Colts. Após a passagem do Katrina, considerado a maior catástrofe natural da história dos Estados Unidos, 80% de Nova Orleans ficou alagada e grande parte das vítimas ficou abrigada no estádio Superdome, onde os Saints mandam suas partidas. Sem casa, a franquia da cidade no futebol americano vagou por cidades americanas e quase deixou Nova Orleans - San Antonio, no Texas, que recebeu algumas partidas do time, foi o destino mais próximo de se concretizar. Em 2005, os Saints amargaram uma grande crise, terminando a temporada da NFL com três vitórias, 13 derrotas e dificuldades para pagar suas contas. Com o primeiro título da franquia no Super Bowl, graças a uma distinta atuação do quarterback Drew Brees, Nova Orleans completa sua redenção. A cidade, que já havia recebido o All Star Game da NBA em 2008, ganhou no Super Bowl a torcida da maioria da população americana - inclusive do presidente Barack Obama.

80 metros de distância.



O Al-Ahli, time do ex-botafoguense Victor Simões, classificou-se para as quartas de final da Copa do Príncipe da Arábia Saudita ao vencer o Hajer por 3 a 2, com direito a um gol de Simões. O segundo gol do Al-Ahli, entretanto, é de cair o queixo. O chute de Masaad foi dado a uns 80 metros do gol adversário…


O goleiro fica lá sozinho quando seu time ataca, e na falta do que fazer fica olhando sabe-se lá pra onde..... dá nisso.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Garçom!



Os melhores passes a gol deste último final de semana, nos campeonatos mundo à fora.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Gogogogogolaço!



No último domingo, pelo Campeonato Italiano, Okaka do Roma garantiu a vitória de 2 a 1 sobre o Siena, com um golaço daqueles. O melhor do vídeo é o narrador Carlo Zampa.... parece um cachorro Poodle descontrolado.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Roger Federer.





Quando se classificou para a decisão do Aberto da Austrália, o suíço Roger Federer, descontraído, brincou com um assunto que há muito incomoda os apaixonados por tênis na Grã-Bretanha: o interminável jejum dos britânicos em Grand Slams.?Federer disse, ainda em quadra, que imaginava que a decisão, contra o escocês Andy Murray seria complicadíssima porque, segundo o suíço, o rival tentaria o título com todas as forças porque os britânicos estavam há “150 mil anos” sem ganhar um Grand Slam. Se depender do número um do mundo, a turma da Grã-Bretanha vai ter que esperar mais um tempinho até ver um de seus filhos campeão de um dos quatro “grandes”. Ontem, diante de um nervoso Andy Murray — um escocês de 22 anos que carregava na raquete a pressão de tentar, pela segunda vez (em 2008 ele perdeu a final do US Open para Federer), se tornar o primeiro vencedor britânico de Grand Slam desde que Fred Perry triunfou no US Open, em 1936 —, Federer não deu chances ao rival e venceu o Aberto da Austrália pela quarta vez com uma vitória por 3 x 0, com parciais de 6/3, 6/4 e 7/6 (13/11), em 2h41min de confronto. O troféu em Melbourne ampliou o recorde de Federer, maior vencedor da história do Grand Slam, para 16 triunfos. Além disso, ele se tornou o maior campeão do Aberto da Austrália na Era Aberta (quando os torneios passaram a ser disputados pelos profissionais, em 1968). O recordista absoluto, entretanto, é o australiano Roy Emerson, que venceu em 1961, 1963, 1964, 1965, 1966 e 1967. O vice-campeonato rendeu uma posição no ranking ao britânico Andy Murray. Ele subiu uma posição e aparece hoje, na lista da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), na terceira colocação. Quem também subiu foi o sérvio Novak Djokovic, que passou de terceiro para segundo. O grande perdedor da semana foi o espanhol Rafael Nadal. Campeão em Melbourne em 2009, ele caiu da segunda para a quarta posição.